segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Quem são (ou o que são) nossas mulheres? kkkkkkkk


Mulheres.. que genêro complicado de se entender...
Tanto querem quanto nao querem alguma coisa, se as vezes nao falamos algo somos distraídos se comentamos somos desagradaveis... e muitas confusões a mais rsrsrsrs
Mas... como diz o ditado ruim com elas pior sem hauahuahuahuahauh
Outro dia(far far away) vi num blog de mulherzinha(como a Rosana mesmo costuma chamar) - agora nao me lembro em qual... Provavelmente o Mulher 7x7 -, a postagem abaixo e decidi transporta-lá para cá, para que nossas mulheres nos dêem uma chance a mais de entendimento rsrsrsrsrsrs

Mulher também é chegada em uma conversa de bar.
Mas quando a gente se reúne em torno de uma cervejinha – uma só para não acabar com a dieta – e sanduíches de rúcula e tomate seco, os assuntos são bem diferentes.
A gente não discute por que o Palmeiras perdeu um campeonato ganho (e até a vaga na Libertadores!) nem a incrível retaguarda daquela menina do outro departamento (a não ser que ela venha com calças agarradíssimas e sejamos forçadas a comentar a falta de elegância da colega ou as celulites aparentes – pausa para risada maléfica).
A gente discute, entre outras maledicências, por que somos assim.
Afinal, não são só os homens que não nos entendem. A gente também não!
Lembrei disso ao ler o livro “No divã do Gikovate” (Editora Globo), que aterrissou aqui na minha mesa há alguns dias.
A publicação é uma coletânea de perguntas respondidas pelo psicoterapeuta Flávio Gikovate em seu programa na rádio CBN.
Não pude deixar de notar que muitas das questões dos ouvintes esbarram nos assuntos discutidos por nós em nossos papos de bar (notem como eles permeiam nossos relacionamentos)! Para dar argumentos mais qualificados para nossa filosofia de boteco e elevar o nível da discussão, pedi para Gikovate dar seu parecer de especialista. Vamos aos vereditos:

** Os cafajestes são mais atraentes aos olhos femininos?
VERDADE
Gikovate – Os cafajestes são os mais atraentes para as mulheres e não é difícil reconhecê-los: chegam elogiando demais, são extrovertidos, contam vantagens a seu respeito, prometem amor eterno em poucos minutos, buscam a intimidade física a qualquer preço. Eles não respeitam o “não” feminino e isso parece excitar mais ainda as mulheres, que se sentem incrivelmente desejadas!). Depois que transam, somem. Quem quiser conhecê-los de perto é só frequentar qualquer balada. Quem quiser mantê-los à distância deve dar preferência aos mais quietos e discretos, raramente encontráveis na noite.

** A mãe é sempre culpada por tudo?
MITO
Gikovate – A mãe conta, mas não tudo isso. Uma mãe suficientemente atenciosa e presente aumenta nossa auto-estima e nos dá coragem para enfrentar melhor os desafios da vida. Algumas pessoas se tornam ousadas mesmo sem ter tido mães legais, enquanto outras são covardes e inseguras mesmo saindo de um ambiente familiar saudável. A cultura interfere muito, assim como as propriedades inatas e adquiridas de cada criança (e posterior adulto). A fase da psicologia de atribuir excessiva importância às peculiaridades da nossa infância já está superada.

** As mulheres são mais invejosas do que os homens?
MITO
Gikovate – “Hoje em dia a inveja graça entre as mulheres e também entre os homens. A competição e a rivalidade são a tônica da nossa sociedade, onde as amizades estão em vias de extinção. Os critérios da competição feminina são bem esses mesmos (ser mais magra, bonita, bem-casada e bem-sucedida do que as amigas), enquanto que os masculinos têm mais a ver com o sucesso profissional e financeiro. Há uma tendência à uniformização dos valores entre os sexos e aí tudo será igual também entre homens (incomodados com seus amigos mais bonitos, magros….)

** Dá para manter a paixão no casamento?
MITO (mas isso pode ser bom)
Gikovate – Paixão é amor de boa qualidade (baseado em afinidades de caráter e de gostos) mais medo (de perder a individualidade e também medo da felicidade). Quando os relacionamentos que se iniciam assim dão certo (na grande maioria dos casos, o medo vence e os casais que se amam se separam), o amor pleno se mantém por tempo indeterminado, porém sem o ingrediente do medo (o coração bate de medo e não por força do amor). O casamento só é assim chato para quem espera do amor grandes e fortes emoções: amor é paz e aconchego ao lado de uma pessoa especial. Aventuras devem ser vivenciadas no profissional ou em outras áreas da vida social, atlética etc… Nada impede que o casal se aventure junto em uma viagem de volta ao mundo. Em um caso desses, a felicidade sentimental continuará a existir e a aventura derivará do estilo de vida e não das brigas e tensões internas entre eles.
Para mim, o balanço final deixou claro que, em vez de atacar os problemas de vez, só fazemos mais confusão criando mitos e filosofias.
Mas a gente adora um drama, fazer o que? Vai entender a mulheres…

Muito legal a postagem(e o blog Mulher 7x7 tbm é muito bom) e aproveito para declarar pra minha futura esposa que me identifiquei totalmente com a parte do amor ser paz e aconchego ao lado de uma pessoa especial e essa pessoa pra mim é você. TE AMOOOOOO pretinha

Obs: parece que estou ficando ninja em posts enormes neh??? mas é por uma boa causa rs

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