sábado, 19 de dezembro de 2009

Do zero ao milhão: como economizar para poder casar?

Bom antes de mais nada queria me desculpar pela ausência...
Andei meio distraído mas estou de volta.
A matéria que segue abaixo foi retirada do blog Desencalhamos Lari e Rô e é muito interessante por dar ótimas dicas para poupar dinheiro para o tão esperado casamento (MUITO esperado por mim rs). (E por mim tbm...)
A reportagem começa com uma apresentação do autor do livro CASAIS INTELIGENTES ENRIQUECEM JUNTOS e segue com perguntas e respostas feitas pra ele


Gustavo Cerbasi, de 35 anos, sentiu na pele o que muitos noivos passam na hora de se casar: de onde vai sair tanto dinheiro para pagar a festa de casamento, comprar casa, montar casa e pagar a lua de mel?
Casado desde 2002, tanto ele como a mulher, Adriana, não tinham nenhuma poupança dois anos antes e ganhavam pouco para poder realizar o sonho.
Só que ambos descobriram uma fórmula que permitiu, nada menos, pagar uma festa para 400 pessoas, comprar apartamento, viajar para a lua de mel na Europa e (pasmem!) ter R$ 1 milhão aos 31 anos de idade. Hoje, ele só vive de renda.
Autor do livro
Casais Inteligentes Enriquecem Juntos, que já vendeu 600 mil cópias, ele contou ao Desencalhamos(Créditos aos idealizadores da matéria) a mágica que fez, a qual incluiu ficar sem comprar roupas por dois anos, sair só para passeios gratuitos, levar marmita para vender o vale-refeição e, inclusive, ganhar milhas o suficiente no cartão de crédito para ganhar as passagens para a Europa. “O primeiro passo é se conscientizar de que, sim, a vida mudou. Tentar manter os hábitos de solteiro resultará em dificuldade de transformar esse momento em algo mágico e único, como deve ser.”
Veja abaixo a entrevista, que foi publicada no blog Desencalhamos a alguns dias.



Quando começou a juntar dinheiro para casar, você tinha 24 anos e nem você nem a sua noiva tinham poupança alguma e ganhavam pouco (situação comum para a maioria dos noivos). Como foi a “mágica” de conseguir em apenas dois anos juntar dinheiro para arcar com os custos de uma festa para 400 pessoas, comprar um apartamento e ainda viajar para a Europa em lua de mel?
Não foi mágica, mas sim sacrifício proporcional ao tamanho de nosso sonho. Queríamos uma celebração maior do que nosso orçamento normalmente comportaria, então fizemos um sacrifício maior do que nossos amigos normalmente fariam. Nossa meta era poupar 75% de nossa renda, mas a renda de ambos cresceu nessa fase de poupança e chegamos a poupar até 85% de nossa renda em alguns meses. Deixamos de comprar roupas, presentear, jantar fora, ir ao cinema, viajar e curtir outras coisas que estávamos acostumados a curtir. Também passamos a levar marmita de casa e vender o vale refeição da empresa. Descobrimos que todo sacrifício vale a pena quando tem data para acabar e o objetivo é um grande sonho.


Hoje você pode se dar ao luxo de trabalhar só se quiser. Vive de rendimentos? Como chegou ao seu primeiro milhão?
Nosso sacrifício para o casamento deu tão certo, que conseguimos até comprar um apartamento barato em um leilão. Depois decidimos vender o apartamento (com um bom lucro, pois pagamos barato) para investir o total do preço da venda. O momento era bom para investimentos, então preferimos fazer isso e partir para o aluguel de um imóvel. Continuamos poupando, investimos em ações no meio de uma crise e, três anos depois, chegávamos ao primeiro milhão. Hoje posso viver só dos rendimentos de meu patrimônio, que pagam com sobras o custo de minha família. Mas gosto de meu trabalho, dessa multiplicação de boas idéias e felicidade, e continuo trabalhando e vendendo livros. Isso aumenta meu patrimônio e consequentemente a renda que posso tirar mensalmente.

Para noivos, como nós, que estão começando o processo do casamento, quais regras você sugere adquirir para começar a poupar? Qual é o primeiro passo: fazer as contas de quanto se ganha e quanto se gasta e estabelecer uma meta? Como fazer isso?
O primeiro passo é se conscientizar de que, sim, a vida mudou. Tentar manter os hábitos de solteiro resultará em dificuldade de transformar esse momento em algo mágico e único, como deve ser. O primeiro passo é relacionar os itens que o casal quer que conste em sua celebração de casamento, lua-de-mel e decoração da moradia. Depois, deve-se estimar o valor total que devemos ter para viabilizar essa passagem, e então fazer as contas de quanto poupar por mês e durante quanto tempo para conseguir esse valor.
Então, deve-se mapear o consumo do casal, identificando quanto cada um gasta por mês, e discutir a dois quais cortes serão feitos para chegar ao valor mensal de poupança. Se o casal ainda mora com os pais, é mais fácil fazer cortes e adotar uma vida mais simples, como uma espécie de ritual para o casamento. Em muitos casos, será necessário vender o carro, desistir da ideia da casa própria e adotar um padrão de vestuário e lazer mais simples. Para acertar nas contas, é recomendável utilizar cálculos de matemática financeira, ou simuladores adequados, como os que disponibilizo gratuitamente através do site
www.maisdinheiro.com.br/.

O cartão de crédito deve ser evitado?
O cartão de crédito não é problema. O problema é não saber com o que você gasta. No meu caso, o pouco que eu e a Adriana gastávamos era tudo concentrado no cartão, o que resultou em uma passagem de ida e volta grátis para a lua-de-mel, resultado do acúmulo de milhas.

E quão rígidas devem ser essas regras para que se consiga guardar a mesma quantia todo mês?
É recomendável adotar alguma espécie de controle, seja no Excell ou em papel mesmo?
Quanto mais simples o controle, melhor, para que o casal dedique tempo ao que realmente importa, que são as escolhas dos detalhes e o controle dos investimentos. Mas as regras devem ser rígidas. Se a meta é poupar, por exemplo, 50% da renda, isso deve acontecer no momento em que a renda cai na conta, e não no final do mês.

Que tipo de aplicação financeira é mais recomendável hoje para que o dinheiro não fique parado?
Pelos que os jornais dizem, a poupança hoje é a mais indicada. É mesmo? Por quê?
Para quem aplica um pouco todos os meses e com horizonte inferior a dois anos, a caderneta de poupança é realmente a melhor alternativa, pois é previsível, extremamente segura e sem incidência de imposto de renda sobre os ganhos. Deve-se apenas tomar cuidado com o momento do resgate, evitando perder um mês de rentabilidade por sacar o dinheiro poucos dias antes de completar o aniversário da caderneta.

Na hora de começar a pagar as contas da cerimônia do casamento e da lua de mel: é recomendável ter todo o dinheiro em mãos ou é mais vantagem pagar em prestações? Existe um meio termo?
Normalmente, não há como fugir do pagamento de um sinal, para assegurar a reserva de data do serviço contratado. Se o preço é o mesmo pagando em prestações ou deixando para pagar próximo ao casamento, prefira dar o menor sinal possível e deixar para pagar tudo lá na frente. Isso permitirá que o dinheiro poupado se multiplique com os rendimentos da poupança durante o tempo em que ele ficar aplicado.

Um dos pontos polêmicos que você levanta é que, hoje, é mais vantajoso financeiramente para um casal recém-casado morar de aluguel do que comprar uma casa. Por quê?
O raciocínio é simples de entender. Normalmente, se um jovem casal for comprar uma casa, terá que se endividar por muitos anos, pois ganha pouco e tem um histórico de relacionamento com o banco pobre. Pensando que irá morar no imóvel por vários anos, esse casal será obrigado a comprar um imóvel de dois ou três dormitórios, já contando com a possibilidade de filhos.
Em geral, a consequência é que o casal se vê diante de uma prestação elevada, esmagando seu orçamento. Porém, levando em consideração que um jovem casal ainda está batalhando para crescer na carreira e ainda deseja muitas mudanças em sua vida, esse momento não é o ideal para definir sua moradia dos próximos dez ou vinte anos.
O ideal é morar em um imóvel pequeno, um dormitório, próximo ao trabalho de um dos dois (o que dispensa um automóvel), e preferencialmente pagando um aluguel reduzido, que permita ao casal formar uma boa poupança.

Se uma promoção envolver uma mudança de cidade, ótimo! Ninguém estará preso a uma moradia e um longo financiamento que o obrigue a se deslocar por muitos quilômetros e investir pesado no gasto com transporte. Mude-se para onde lhe pagam mais! O momento ideal de comprar uma casa própria será mais para frente, quando a vida estiver em voo de cruzeiro, vocês já souberem o tamanho da família, não quiserem mais mudanças significativas na carreira, já tiverem uma renda maior e um bom fundo de garantia para ser sacado e oferecido como entrada, para viabilizar uma compra financiada em poucos anos. Provavelmente, quem pensar assim ainda estará comprando a casa própria contando com uma boa reserva financeira no banco.
Ainda com relação ao aluguel x compra da casa: enquanto solteiros, muitos noivos têm, teroricamente, mais facilidade para guardar dinheiro, uma vez que moram com os pais, etc. Sendo assim, teoricamente, como no seu caso, seria possível guardar 75% do salário para a poupança da compra da casa. Entretanto, uma vez que se casa, há despesas com água, luz, internet, alimentação, etc., etc., etc.


Uma vez que se more de aluguel, como coseguir continuar a poupar no mesmo ritmo após o casamento? Nessas condições, a compra da casa ocorre a longo prazo?
Provavelmente, o nível de poupança diminuirá, e isso é aceitável. Após os primeiros seis meses do casamento, quando há muitas contas a pagar, deve-se adotar um mínimo de poupança de cerca de 10 a 20% da renda. A compra do imóvel, como expliquei, não precisa contar com a poupança. A maioria das pessoas contará com o FGTS, com uma renda maior e com um melhor relacionamento bancário (decorrente do bom nível de poupança) para adquirir um financiamento barato e passível de ser pago em poucos anos, idealmente em menos de dez anos.

Sei que o post ficou bem grande mas eu achei bem interessante, espero que não tenha ficado muito cansativo.
Eu espero que sigamos este exemplo (ok ok...prometo colaborar rsrs)

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

O meu mundo ficaria completo - Cassia Eller

Estava eu ontem, voltando para casa pensando no meu namoradinho, ouvindo essa musiquinha...
Então resolvi postar:

Não é porque eu sujei a roupa bem agora que eu já estava saindo
Nem mesmo porque eu peguei o maior trânsito e acabei perdendo o cinema
Não é porque não acho o papel onde anotei o telefone que eu tô precisando
Nem mesmo o dedo que eu cortei abrindo a lata e ainda continua sangrando

Não é porque fui mal na prova de geometria e periga d'eu repetir de ano
Nem mesmo o meu carro que parou de madrugada só por falta de gasolina
Não é por que tá muito frio, não é por que tá muito calor

O problema é que eu te amo
Não tenho dúvidas que com você daria certo
Juntos faríamos tantos planos
Com você o meu mundo ficaria completo
Eu vejo nossos filhos brincando
E depois cresceriam e nos dariam os netos

A fome que devora alguns milhões de brasileiros
Perto disso já não tem importância
A morte que nos toma a mãe insubstituível de repente dela, já nem me lembro
A derrota de 50 e a campanha de 70 pertem totalmente seu sentido
As datas, fatos e aniversariantes passam
Sem deixar o menor vestígio
Injúrias e promessas e mentiras e ofensas caem fora pelo outro ouvido
Roubaram a carteira com meus documentos
Aborrecimentos que eu já nem ligo

Não é por que eu quis e eu não fiz
Não é por que não fui
E eu não vou

O problema é que eu te amo
Não tenho dúvidas que eu queria estar mais perto
Juntos viveríamos por mil anos
por que o nosso mundo estaria completo
Eu vejo nossos filhos brincando com seus filhos
E depois nos trariam bisnetos

Não é porque eu sei que ela não virá que eu não veja a porta já se abrindo
E que eu não queira tê-la, mesmo que não tenha a mínima lógica nesse raciocínio
Não é que eu esteja procurando no infinito a sorte
Para andar comigo
Se a fé remove até montanhas, o desejo é o que torna o irreal possível
Não é por isso que eu não possa estar feliz, sorrindo e cantando
Não é por isso que ela não possa estar feliz, sorrindo e cantando

Não vou dizer que eu não ligo, eu digo o que eu sinto e o que eu souO problema é que eu te amo Não tenha dúvidas pois isso não é mais secreto Juntos morreríamos, pois nos amamos E de nós o mundo ficaria deserto Eu vejo nossos filhos lembrando Com os seus filhos que já teriam seus neto


♥ Te amo muito...com você meu mundo FICA completo ♥

Lembro quando cantei essa música com violão para a Rosana, todo desafinado, cantando o ritmo meio errado(pq não sabia muito bem rs), mas totalmente apaixonado e sentindo que com ela meu mundo realmente fica completo... Espero que possamos de verdade olhar pra trás e ver nosso filhos, netos e bisnetos, enquanto estaremos sempre juntinhos e desfrutando desse nosso amor tão maravilhoso.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Desenho do casal segundo...

Este é mais um desenho da série desenho do casal segundo...
Esse é o desenho do casal segundo Tex Avery e Chuck Jones (Warner Bros).


Explicação: Patinha é um apelidinho carinhoso que dei para a Rosana por causa do jeitinho que ela corre (Ahhh não fica brava pretinha, é tão bonitinho rsrsrsrs) por isso ela é a patinha, agora o cachorro,bem... melhor não comentar assuntos tão pessoais rsrsrsrs.

Melhor não comentar mesmo.

Sou uma patinha ciumenta... quer dizer, namorada ciumenta rsrs.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

LUA NOVA

Bom como o sucesso da vez é o tal do Lua Nova, resolvi colocar o Sobre nós dois e o resto do mundo... no hall da popularidade (hauahuahauhauahuah)
Ontem assistimos (Eu e a Rosana) ao filme e putz é um filme doceeeeee...
Aviso antecipadamente, tem diabetes??? Não vá... a taxa de glicemia vai subir.
Como ótimo crítico de cinema que sou (ok ok forcei a barra) colocarei minha crítica sobre os três personagens principais.
















BELA SWAN
Resumo: Bela é a mocinha do filme, sempre dividida entre Edward e Jacob, uma simples mortal num mundo de monstros.

Bela segundo Marcos: Bela é bem piranha, safadinha, apaixonada por dois caras, adora um monstrengo, há rumores que no terceiro filme ela vai se envolver com um zumbi.
É incrível como ela é volúvel, no mesmo instante em que está morrendo pq Edward a deixou ela ja esta de olho no lobinho sensual.
Bela segundo Rosana: Mocinha indecisa (piranha é muito forte), gosta de provar monstrinhos...
Fica divida entre um vampiro e um lobo. Mas é aquela história, o lobo te vê melhor, te come melhor rsrs.
















EDWARD CULLEN:
Resumo: Um vampiro torturado por sua intensa paixão por uma mortal, vive seu romance com Bela mas se nega insistentemente a transformá-la em vampira.

Edward segundo Marcos: Putz, que cara chato, pegajoso e mela cueca, utilza cantadinhas que todo cara usava na quarta série do primário, não sabe se quer ou se não quer a gatinha do filme. Esta a toda hora abandonando ela.
Nota fodástica: Toda vez que ele beija a Bela ele faz carinha de nojo(não vi uma cena que ele pega ela de jeito).

Edward segundo Rosana: Ele não nega que tem mais de 100 anos, usa cantadas do século passado. Ele foje da Bela, porque esta a procura do Blade (dizem que ele entra no próximo filme).
Nota fodástica: Resumindo é uma mulherzinha, usa pó e passa purpurina no corpo.















JACOB BLACK:
Resumo: Jacob é parte de uma tribo que preza a proteção das pessoas perto de suas florestas, intimamente ligados aos lobisomens, até chegar o dia em que descobre que tambem é um lobisomen, Jacob luta pelo amor de Bela.

Jacob segundo Marcos: Jacob é o cara de pegada do filme. É muito exibido, não perde a oportunidade de mostrar os musculos. Chega ao cúmulo de tirar a camisa pra estancar um pouquinho de sangue de Bela.
Apesar da dura crítica ainda foi meu personagem preferido, afinal, provou que é macho de verdade kkkkkkk. Dá-lhe garanhão

Jacob segundo Rosana: Ele é o lobo mau do filme, tenta pegar a Bela de jeito durante todo o filme. Nem ligo que ele fica sem camisa 90% do filme, rsrs (brincadeirinha meu amor).



Ficamos agora no aguardo da opinião feminina da Rosana para que não digam que sou injusto.
È um critico meio-acido eu diria...