sábado, 26 de setembro de 2009

Ceder e compreender...

Estou postando esse texto em sinal de algo para engrandecer todo e qualquer relacionamento (inclusive o meu)
Não que considere que nunca cedemos nada um ao outro, mas em certas horas esta faltando um pouco dessa atitude.
Pra dizer a verdade sou muito feliz com a Rosana, mas tem momentos que gostaria de evitar.
Que sirva de lição pra nós dois e pra todos os casais que querem estar sempre bem.



Abaixo segue o exemplo de duas situações que envolvem ceder e com isso agradar o outro .

A primeira delas foi de um cara que estava de rolo com uma garota há 3 meses e em vias de namorar.
No segundo mês desse relacionamento surgiu uma festa de aniversário do chefe da garota.
Era aquelas festas bem chatas, onde todo mundo finge que se gosta, faz piadinhas de escritório e bajula o chefe.
Como em algumas empresas ter um relacionamento sério pressupõe comprometimento e maturidade, ela pediu para que o cara fosse com ela como namorado.
Apesar da festa ser em numa quinta e de todo esse cenário carregado, o cara, por gostar dela, topou e foram juntos.
A festa conforme esperado foi uma bomba, mas ele ganhou muitos pontos com a garota.
Porém, semana passada foi aniversário de um amigo dele.
Esse amigo é o típico putanheiro, que nunca namorou, extremamente machista e sempre buscando levar seus amigos que namoram para balada.
Traduzindo, a pessoa mais querida pelas namoradas dos amigos.
Com a ficante desse cara do parágrafo passado não foi diferente.
Eles já tiveram muitas discussões anteriormente e não se bicam, porém é o melhor amigo do cara, nasceram juntos.
Ele pediu para que ela o acompanhasse, mas a garota negou até o fim, deu um chilique porque ele disse que iria sem ela e como resultado o cara deu um chute (no sentido figurado) na garota.
A segunda situação foi com outro cara que adora filmes e o gênero que eu gosta não apetece muito o gosto feminino (terror e guerra e abomina comédia romântica e animações).
Porém, toda vez que ele alugava um filme ou ia ao cinema com a namorada, no final de tudo era ele quem decidia.
E como típico representante da classe homem, não se dava conta que desprezava as indicações da namorada.
Certa semana ele ficou de quarentena pela gripe do porco na casa da sua mãe, nos últimos dias de isolamento ela quis ir ao cinema ver um filme de comédia romântica.
Ele aceitou sem pestanejar (mas com máscara no rosto).
No dia seguinte contou para namorada que não gostou do filme e ela deu um pequeno escândalo por “sempre assistir filme cabeça e chato com ela”.
Entendido o recado, ele foi assistir “Up, altas aventuras” com ela.
Claro, que muito a contragosto.
Primeiro, pelas ilustrações do filme na porta do cinema, parecia uma coisa meio boboca ao estilo daquela antiga novela do SBT “Vovô e eu”.
Segundo, era dublado (em 3D) e repleto de crianças escandalosas na sala.
E terceiro, era animação.
Porém, só foi o filme começar para a sala ficar inteira em silêncio, a animação se mostrar um puta filme e o cara se encontrar com os olhos marejados em algumas cenas.
O saldo foi positivo.
Sua namorada ficou bastante feliz por ele ter cedido e ele quebrou um preconceito.
Com essas duas situações deu pra entender a importância de ceder em um relacionamento. Aquela garota da primeira história perdeu um cara bem bacana por ter sido egoísta, intransigente e consequentemente imatura.

Informações tiradas do blog: Manual do cafajeste (para mulheres)
Adaptei devidamente o texto para colocar aqui (espero que não seja preso por isso hauhauahuahuahuahuahuaha).

Nenhum comentário:

Postar um comentário